sexta-feira, 30 de setembro de 2016

A ENGIE participará do Evento European Utility Week, vote!

A ENGIE participará do Evento European Utility Week, que acontecerá entre os dias 15 e 17 de novembro em Barcelona, na Espanha.

Durante o evento, será entregue o Prêmio European Industry Award. O Prêmio é um reconhecimento a indivíduos e projetos que apresentaram comprometimento e conquistas em prol de um setor energético sustentável.

Dois projetos da ENGIE estão concorrendo este ano, um deles da BU Brasil. O Projeto de Compostagem desenvolvido em Lages/SC .
 

- Projeto da BU Brasil: Composting Biomass Ashes (categoria Melhor Projeto Internacional): https://www.engerati.com/eua/best-international-project/composting-using-biomass-ashes-helping-city-recycle-its-organic-waste

Veja como votar:

Passo 1:

Entrar no link: http://bit.ly/2dwAcYr
Clicar na parte vermelha - Login or register to vote


Passo 2:

Clicar em Create new account




Passo 3:
Preencher o formulário e no final clicar em "Create new account"

Passo 4:
Depois é só abrir o link novamente: http://bit.ly/2dwAcYr e clicar em "Vote"

Vai aparecer a mensagem: Vote Submmited

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Projeto Mata Atlântica promove atividades com professores municipais


Na semana do Dia da Árvore, foi realizada a segunda etapa da formação com professores da rede municipal. Eles conheceram várias atividades práticas que podem ser desenvolvidas em sala de aula sobre o tema.

No mês de agosto foi dado início ao projeto de educação ambiental sobre a conservação da Mata Atlântica. Esse projeto está sendo desenvolvido pela Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos e conta com o apoio do Instituto José Paschoal Baggio, por meio do programa Carahá de Cara Nova, e Secretaria Municipal de Educação, além de ser patrocinado pela Polícia Militar Ambiental e Conselho Municipal do Meio Ambiente.

O projeto tem como objetivo desenvolver, juntamente com professores da rede pública municipal, estratégias para trabalhar em sala de aula e a campo a temática da conservação da Mata Atlântica.
Na semana do Dia da Árvore, foi realizada a segunda etapa da formação com professores do ensino fundamental, da disciplina de Ciências, da rede municipal. Na oportunidade, eles conheceram várias atividades práticas que podem ser desenvolvidas em sala de aula sobre o tema.

A formação de professores contempla a primeira etapa do projeto, que será finalizada em novembro com uma devolutiva de trabalhos práticos realizados nas escolas. Nessa primeira etapa cerca de 90 professores participaram e receberam kits de materiais didáticos para trabalhar em sala de aula, como cartilha e pen drive com vários materiais e vídeos disponíveis.


A segunda etapa será realizada com os alunos, onde eles participarão de atividades de educação ambiental e trilha ecológica no Parque Natural, sob orientação da bióloga da Secretaria do Meio Ambiente, Michelle Pelozato.




quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Campanha promove ações de reflorestamento em regiões de MG, que foram devastadas pela mineração


Criado em 2001, o programa Carahá de Cara Nova é direcionado a educação ambiental, a partir da necessidade de se colocar em pauta a preservação do meio ambiente, selecionando como bandeira e símbolo desta iniciativa o Rio Carahá que percorre toda a cidade de Lages. Diante dessa perspectiva, Carahá de Cara Nova, se prontificou a participar da campanha Plante Uma Árvore da Floricultura Ikebana Flores, idealizada em parceria com o Coletivo Cirandar, campanha que tem sido abraçada por blogueiros e sites de todo o território brasileiro.

Chegando a uma média de 500 textos publicados, em site como o SOS MATA ATLÂNTICA, cada texto sobre a campanha se converteu em uma muda nativa plantada em um local devastado pela mineração, na Serra do Gandarela, localizada a 40 km de Belo Horizonte – MG, entre a Serra da Piedade e a Serra do Caraça. Gandarela está ameaçada devido ao monopólio do minério de ferro, por ser uma grande extensão ferruginosa, um dos maiores quadriláteros ferríferos do Brasil.

Visando fomentar discussões sobre a mineração e suas consequências, trazendo voluntários durantes as ações de plantios, para que ocorra um agente interno transformador em cada cidadão que ao tocar terra perceba a importância dessa ações para o meio ambiente e para a Serra,  estamos nos mobilizando mais uma vez.

A cada postagem a respeito desta campanha, uma árvore nativa será plantada pela própria Ikebana Flores e voluntários, em um local próximo a região devastada pela mineração, na região de Rio Acima –MG, uma das cidades que atravessa o Gandarela.

Confiram o Mapeamento das áreas dos plantiosrealizados e as fotos do último plantio:




Além da campanha, a floricultura Ikebana Flores está doando mudas do cerrado, basta comparecer na Av. Getúlio Vargas, 1697 - Funcionários - 30.112-021, Belo Horizonte, Minas Gerais. Próximo à Savassi. 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Vamos comemorar o Dia da Árvore?


O bioma Mata Atlântica é considerado Patrimônio Nacional pela Constituição Federal Brasileira, abrangendo total ou parcialmente 17 estados brasileiros (cerca de 3.410 municípios) numa extensão de 1.306.451 km². É formado por um mosaico com diferentes formações florestais e ecossistemas associados que se distribuem em diversos tipos de relevo e solo, todos característicos deste bioma.

Mas, o que é um bioma? O termo bios quer dizer vida e oma significa conjunto ou grupo. Bioma pode ser definido como uma área do espaço geográfico que se caracteriza por um clima, formação vegetal, fauna e outros organismos vivos associados; e de outras condições ambientais, como a altitude, o solo, alagamentos, a salinidade, entre outros.

Mas, desde o descobrimento do Brasil no ano de 1500 até os dias atuais, a paisagem do bioma Mata Atlântica foi pouco a pouco se modificando. Um dos motivos é que grande parte das iniciativas de ocupação e expansão urbana se deram justamente na faixa costeira. Foram séculos de desmatamento para o uso da madeira, de ocupação do solo para agricultura e de crescente surgimento de cidades. Essas ações humanas, que se mantiveram por séculos, resultaram no empobrecimento e transformação das paisagens originais.

 A Mata Atlântica nos dias atuais está bastante fragmentada e tem apenas 8% de sua vegetação original. Atualmente, na área de distribuição do bioma Mata Atlântica vivem cerca de 120 milhões de pessoas, muito mais da metade da população brasileira.

A severa redução do bioma Mata Atlântica em todo o Brasil tem colocado em risco a imensa riqueza biológica e seus altos níveis de endemismo (animais e plantas encontrados apenas neste bioma).
O Estado de Santa Catarina ocupa 95.985 quilômetros quadrados e está totalmente inserido no domínio da Mata Atlântica. Originalmente, as formações florestais preenchiam 85% do território do Estado, ou seja, 81.567 quilômetros quadrados. Os 15% restantes eram ocupados por outras formações vegetais, como por exemplo, os campos de altitude, as restingas e os manguezais.


Fonte: Mata Atlântica: o bioma onde eu moro / textos: Cristina Santos e Emílio Takase.

Lenda da Gralha Azul e Araucária de garrafa pet

Hoje, dia 21/09 comemoramos o Dia da Árvore e em complemento ao informativo do Lendo e Relendo, postamos a Lenda da Gralha Azul e também o passo a passo da Araucária de Garrafa pet, uma excelente atividade pra fazer em sala de aula.
Vale lembrar que a Araucária é a árvore símbolo do nosso bioma, a Mata Atlântica e  a única espécie de pinheiro nativa do Brasil.




Para fazer a Araucária, você vai precisar de:
- 2 garrafas pets verdes (01 de 2 litros e 01 de 1 litro ½);
- Papelão;
- Papel seda cor verde;
- Cone de papelão;
- Fita adesiva e tesoura.
- Tinta guache marrom e pincel
- Caixa de papelão pequena
1. Corte o fundo da garrafa pet. Em seguida corte tiras com 15cm de comprimento por 1 cm de espessura em toda a borda







2. Dobre as tiras conforme a figura.

3. Corte quadrados de 12 cm X 12cm de papel seda verde, amasse e cole com fita dupla face na ponta de cada tira.

4. Com o papelão faça um cone para ser o tronco da araucária. Repita o processo com a pet de 2 litros. Sobreponha uma a outra.
                  

5. No cone de papelão faça umas ranhuras. E sobreponha ao cone de papelão. Na caixa de papelão faça um furo da espessura do cone e encaixe como base, se preferir pinte de cor marrom.
 6. Árvore finalizada 








sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Poesia feita por estudante sensibiliza sobre a situação do Rio Carahá

Confira o vídeo da poesia da estudante da Emeb Nicanor Rodrigues Goulart, que fica próxima ao rio Carahá na cidade de Lages. 
O objetivo da atividade era que os estudantes desenvolvessem textos falando sobre a situação que se encontra o Carahá, e o texto da Maria Eduarda possibilita ao espectador uma esperança de que um dia o rio seja limpo. 


O que são Planos Municipais de Mata Atlântica?

A Mata Atlântica é, atualmente, uma floresta inserida na realidade urbana. Ela foi o “ninho” para as maiores cidades do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Florianópolis. Vivem na Mata Atlântica quase 72% da população brasileira – mais de 145 milhões de habitantes em 3.429 municípios, segundo o IBGE.

A influência da Mata Atlântica está nas ações mais básicas do dia a dia. A qualidade do ar e da água, a regulação do clima e a saúde do solo dependem diretamente dos remanescentes desta floresta, que também é fonte de recursos e matérias-primas essenciais à economia do país, para atividades como a agricultura, a pesca, o turismo, a indústria e a geração de energia.
A Mata Atlântica é também uma das florestas mais ricas em biodiversidade no mundo. Ao longo do país, ela mostra diferentes feições – incluindo desde as formações de florestasaté ambientes associados, como restingas e manguezais – e é considerada um dos 34 hotspots mundiais – regiões do planeta de maior prioridade para a preservação. Essa floresta abriga cerca de 70% dos animais brasileiros ameaçados de extinção.
No entanto, a Mata perdeu quase toda a sua cobertura original ao longo da história do Brasil. Hoje, restam 8,5 % de remanescentes florestais acima de 100 hectares do que existia originalmente. Somados todos os fragmentos de floresta nativa acima de 3 hectares, temos atualmente 12,5%.
 O que são Planos Municipais de Mata Atlântica?
Conforme previsto em na Lei da Mata Atlântica (Lei nº 11.428/06, a Lei da Mata Atlântica), os municípios devem assumir sua parte na proteção dessa importante floresta através dos instrumentos de planejamento.
O principal deles é do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA), que reúne e normatiza os elementos necessários à proteção, conservação, recuperação e uso sustentável da Mata Atlântica. A elaboração e implementação do PMMA deverá ser efetivada em cada município desse Bioma pelas Prefeituras e Conselhos de Meio Ambiente (para saber se o seu município está inserido no domínio de Mata Atlântica conforme a Lei, consulte o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica.
Mario Mantovani explica que o plano traz benefícios para a gestão ambiental e o planejamento do município. “Quando o município faz o mapeamento das áreas verdes e indica como elas serão administradas – por exemplo, se vão virar um parque ou uma área de proteção ambiental – fica muito mais fácil conduzir processos como o de licenciamento de empreendimentos. Além disso, é uma legislação que coloca o município muito mais próximo do cidadão, porque prevê um instrumento que deve ser elaborado, aprovado e acompanhado pelo Conselho de Meio Ambiente de cada município, e já que estamos falando em qualidade de vida, é fundamental trazer a sociedade para esta discussão”, destaca.
Vários resultados importantes para o Município podem derivar do PMMA, como:
- Estruturação do planejamento integrado no município;
- Mapeamento de áreas para fins de regularização fundiária, licenciamento e conservação de mananciais;
- Segurança jurídica com o cumprimento da Lei da Mata Atlântica, da LC 140/2011, e colaboração ao cumprimento do Código Florestal com apoio aos munícipes na inscrição no Cadastro Ambiental Rural e nos programas de regularização;
- implementação de um instrumento norteador e balizador para os Municípios que estão licenciando atividades e empreendimentos em seu território, em virtude da descentralização do licenciamento ambiental pelo órgão ambiental, assegurando igualmente maior segurança jurídica;
– planejamento do município para o enfrentamento dos efeitos adversos da mudança do clima utilizando os próprios ecossistemas da Mata Atlântica para ajudar as pessoas a se adaptarem às mudanças previstas;
- Mitigação de impactos à sociedade de eventos climáticos extremos (por exemplo: deslizamentos, enchentes etc.), na prevenção de ocupações;
- Valorização do Conselho de Meio Ambiente Municipal e operacionalização dos Fundos Municipais de Meio Ambiente;
- Possibilidade de apoio técnico e institucional para capacitação, elaboração e implementação do PMMA por meio das Secretarias estaduais e da Fundação SOS Mata Atlântica; etc.

A atuação da Fundação com os Planos Municipais de Mata Atlântica
A SOS Mata Atlântica acompanha e apoia de perto os municípios que tomam a iniciativa de elaborar seus Planos de Mata Atlântica. Essa atuação inclui ações como o fomento e acompanhamento de projetos de mobilização e capacitação para elaboração dos PMMAs nas diferentes regiões da Mata Atlântica; apoio a municípios interessados em produzir os Planos; suporte ao aprimoramento metodológico de elaboração e implementação destes documentos, divulgação de materiais didáticos e notícias sobre os Planos, etc.
A SOS Mata Atlântica trabalha junto aos governos estaduais pela formulação de uma agenda que possa transferir conhecimentos técnicos necessários ao planejamento integrado participativo, que componha na gestão ambiental dos municípios o PMMA como instrumento articulador de políticas setoriais a serem realizadas no município, em cooperação entre as duas esferas de governo.
Nos municípios coopera na sensibilização de prefeitos e equipes técnicas para definição de planos de trabalho para elaboração dos PMMA, oferecendo material técnico de referência.  E na mobilização dos Conselhos de Meio Ambiente para que, além de aprovar o documento, conforme a Lei, possam realizar a Consulta Pública de Percepção Ambiental elaborada pela Fundação e Instituto Paulo Montenegro, como instrumento de apoio para definição de políticas públicas prioritárias para a gestão ambiental do município, entre elas o PMMA.



Fonte: SOS Mata Atlântica